Por que facilitar se podemos dificultar?

Por que facilitar se podemos dificultar?

Por que é tão difícil concretizar projetos pessoais, administrar bem o tempo, ser mais produtivo?

Porque costumamos dificultar as coisas para nós mesmos sem nem perceber.

Neste artigo você vai descobrir como e o que fazer a respeito.

– Estamos mais medrosos! Mesmo que sejamos extremamente curiosos por natureza, estamos mais sensíveis ao medo, seja ele instintivo, uma característica evolutiva nossa, ou aprendido. Quantos – Cuidado! Não pode, é perigoso! Você vai se machucar! Não confie nos desconhecidos! – você lembra de ter ouvido na infância? Multiplique por centenas de vezes que talvez você chegue ao número próximo de avisos sobre supostos perigos apontados na família, na escola, com os amigos.

O medo aprendido, e extremamente reforçado no cotidiano pelas nossas mídias, tende a nos desacelerar e, com o tempo, até mesmo paralisar. Preferimos a “segurança” do conhecido, do experimentado, do repetido, ao “perigo” que pode estar presente (ou não) no desconhecido, no nunca feito, no inédito. Por mais que a nossa suposta zona de conforto seja desconfortável, cada vez mais nos apegamos à ela.

– Queremos controlar o incontrolável! Queremos que os outros, o trânsito, o mundo se encaixe nas nossas expectativas. Quando isso não acontece, ficamos frustrados e mergulhamos na autopiedade.

Não adianta tentar, você não vai conseguir mudar o outro, ou a outra. Só conseguimos mudar, com dedicação, a nós mesmos. Os sentimentos, as emoções, e os comportamentos dos outros nós podemos até influenciar com as nossas palavras, ações, exemplos, mas um processo de mudança só vai acontecer mesmo se a pessoa em questão desejar.

Em alguns casos a mudança pode até parecer ter acontecido, como na ocorrência do poder coercitivo: na presença de um determinado estímulo, para evitar o sofrimento, o indivíduo vai agir de acordo com o que lhe é cobrado – mas a transformação não ocorreu de fato.

– Gostamos cada vez menos de escolher, vamos delegando… Escolha implica em responsabilidade, em dizer não. Se posicionar, decidir sobre, optar conscientemente não nos agrada muito. Vai que dá errado! Ser apontado para o mundo como um fracassado(a), burro(a), incompetente, é uma questão de minutos hoje, em um tempo em que tudo é público, ou publicável, o vexame seria compartilhado rapidamente. E nunca fomos tão convidados a escolher como agora. Como você quer consumir seus próximos minutos, acessando o face, o whatsApp ou o instagram? E ai, você está sabendo do último escândalo na internet? Escolher dar atenção para uma coisa, significa dizer não para várias outras opções.

Assim como a busca pelo controle, o delegar o processo decisório também está vinculado ao medo, e vai além, porque implica em ceder para outra pessoa, outras pessoas, ou para algoritmos, o direito de conduzir a nossa própria vida.

O paradoxal é que nunca se falou tanto, se opinou tanto, se escreveu tanto, mas essa fala, essa opinião, esse escrito, em grande parte não tem fundamento ou sustentação, é superficial e dependente de reconhecimento público.

E o que podemos fazer para reverter esse quadro, para começar a facilitar as coisas para nós mesmos? Como nos desvencilhar desses costumes que, em alguns casos, não temos nem consciência de ter?

A melhor e mais efetiva resposta é: invista em um processo de autoconhecimento! 

Ele vai te ajudar a

  • descobrir os seus medos aprendidos que podem estar te deixando cada vez mais lento e acanhado(a);
  • aprender a identificar o que é fato, e o que é percepção, o que é achismo, expectativa, projeção. Quanto mais você se conhecer, menos conteúdo irá projetar no outro. Quanto mais conhecemos e respeitamos a nossa individualidade, mais habilitados ficamos para conhecer e respeitar a singularidade do outro e fazer parcerias;
  • desenvolver escolhas mais conscientes e funcionais, que te conduzam ao futuro desejado; e a
  • entrar em contato com a sua força única, tão necessária para implementar as suas decisões, para sair da inércia.

Um vez um especialista em vendas me falou: ninguém compra autoconhecimento, tira da sua comunicação porque não vende. Não tirei, estou ativa no mercado, e afirmo: Autoconhecimento é a melhor ferramenta disponível hoje para quem quer construir uma carreira de sucesso, ter qualidade de vida, alcançar a completude. Se este for o seu caso, não perca mais tempo, busque um profissional qualificado e dê início ao seu processo!

Quem sou!

Um ser que gosta muito do humano, que busca aprofundar conhecimentos em áreas estratégicas e que tem força para mexer com gente: Psicologia, Comunicação, Marketing, Coaching.

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